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Bélgica/Luto

Bélgica faz homenagem às crianças mortas em acidente na Suíça

Bandeiras da União Europeia e da Bélgica a meio mastro em um prédio oficial de Bruxelas.
Bandeiras da União Europeia e da Bélgica a meio mastro em um prédio oficial de Bruxelas. REUTERS

Em dia de luto nacional, a Bélgica fez hoje um minuto de silêncio em homenagem às vítimas do acidente de ônibus na Suíça que matou 28 pessoas na noite de terça-feira. As bandeiras vão estar a meio mastro em todo o território belga até amanhã. Os corpos das 22 crianças belgas mortas na tragédia já foram repatriados. Ainda não se conhecem as causas do acidente. 

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Um país em luto. Nesta sexta-feira às 11h a Bélgica parou durante um minuto para homenagear os 28 mortos, sendo 22 crianças, do acidente de ônibus na Suíça. Os sinos das igrejas tocaram em homenagem às vítimas. 

O primeiro-ministro Elio di Rupo afirmou que a Bélgica vive um de seus momentos mais tristes. “Três meses depois da catástrofe de Liège, nosso país é golpeado duramente de novo. Vivemos uma tragédia nacional".

A operação de repatriação dos corpos foi bastante discreta e a mídia não teve acesso. Os dois aviões miliatres C-130 Hércules transportando os corpos das vítimas que partiram de Sion, na Suíça, já chegaram à Bélgica.

Em Flandres, região ao norte do país, as cidades de Lommel e Hervelee, onde se encontram as escolas das crianças envolvidas na tragédia, também fizeram homenagens. Em Hervelee, os alunos da escola onde estudavam parte das crianças mortas soltaram balões brancos após o minuto de silêncio. Em Lommel, todos os funcionários municipais - mais de uma centena de pessoas -, se reuniram diante da escola frequentada pela outra parte das vítimas e fizeram um minuto de silêncio de mãos dadas. 

Ainda não se sabe qual o motivo que provocou o acidente dentro de um túnel em Sierre, nos Alpes suíços. O motorista do ônibus teria colocado um CD ou DVD bem antes da tragédia, contam as crianças que sobreviveram e estão hospitalizadas. A autópsia provou que o motorista não havia ingerido bebidas alcóolicas.

Autoridades suíças afastaram a hipótese de negligência, excesso de velocidade ou fadiga do motorista. O ônibus tinha equipamento de ponta: sistema de freios que evita o bloqueio das rodas, suspensão para impedir uma descida perigosa, assim como controle eletrônico de estabilidade para não permitir uma aceleração forte nas curvas.

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