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Europa/aviação

Pilotos da Ryanair pedem investigação sobre segurança na companhia

Aeronave da Ryanair pousa no aeroporto de Manchester, nos Estados Unidos,
Aeronave da Ryanair pousa no aeroporto de Manchester, nos Estados Unidos, Wikipedia

O sindicato de pilotos da Ryanair, a principal companhia aérea de baixo custo da Europa, pede uma investigação sobre a segurança das aeronaves e as condições de trabalho.

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De acordo com uma pesquisa realizada com mais de mil pilotos e comandantes de bordo pelo sindicato Rynair Pilot Group, quase um terço do efetivo total da empresa (94%) são favoráveis a uma investigação das autoridades. 89% dos pilotos consideram que a empresa não é transparente na questão da segurança, e dois a cada três hesitariam em informar seus superiores sobre um eventual problema.

A empresa se recusou a fazer qualquer comentário, mas um relatório anual mostra que nenhum passageiro ou membro da tripulação morreu nos últimos 29 anos. Neste mesmo documento, a companhia pede que os funcionários indiquem qualquer problema relativo à segurança, mesmo confidencialmente.

O presidente do sindicato, Evert van Zwol, explicou que a maioria dos pilotos da Ryanair trabalham como freelancers, sem garantia de trabalho ou horário. O sindicato Irish Airline Pilots Association afirma que os contratos de trabalho estão entre os piores do setor.

A pesquisa foi transmitida à Ryanair e à Irish Aviation Authority, a direção de aviação civil irlandesa, que também não quis fazer outros comentários. No ano passado, o organismo lançou uma investigação depois que três aviões da companhia fizeram aterrissagens de urgência na Espanha.As reservas de combustível da empresa estavam próximas do mínimo exigido pelas autoridades de segurança aérea. 

A empresa também enfrenta dificuldades financeiras. Os últimos resultados divulgados no final de julho pela direção mostram que a Ryanair teve uma queda de 21% no faturamento no primeiro trimestre deste ano.
 

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