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Reino Unido/Enchente

Governo britânico desbloqueia ajuda para combater danos causados por chuvas

Morador de Wraysbury, no sul da Inglaterra, é resgatado por equipes de socorro.
Morador de Wraysbury, no sul da Inglaterra, é resgatado por equipes de socorro. REUTERS/Eddie Keogh

Depois de visitar a cidade de Dorset, no sudoeste da Inglaterra, o premiê britânico David Cameron anunciou o desbloqueio de 155 milhões de euros (R$ 509 milhões) para ajudar as vítimas e combater os problemas provocados pelas inundações. O Reino Unido enfrenta enchentes históricas. O mês de janeiro passado foi mais chuvoso na região desde 1910, dizem especialistas.

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O mau tempo na Inglaterra não dá trégua. E, segundo, os serviços de meteorologia locais, deve voltar a chover forte nesta terça-feira (11), o que fará com que nível das águas continue a subir. Em Londres e nos arredores, as inundações interromperam a circulação dos trens. O Rio Tâmisa, que corta a capital britânica, transbordou em alguns pontos após ter atingido um nível recorde de altura.

Diante da situação, o premiê David Cameron cancelou o Conselho dos Ministros marcado para hoje para visitar as regiões afetadas como Dorset e Devon. À noite, Cameron deve anunciar para a imprensa as medidas de emergência tomadas pelo governo.

Há mais de um mês, o sudoeste da Inglaterra está sendo afetado por chuvas e inundações que são as mais intensas no período desde o começo do século 20. Segundo a Agência Ambiental britânica, em algumas zonas meridionais inglesas, as chuvas são as mais fortes dos últimos 248 anos.

Críticas

O governo de Cameron tem sido alvo de críticas na gestão dos danos causados pelas chuvas. Muitos moradores do sudoeste da Inglaterra afirmam que as autoridades foram negligentes e não investiram em medidas de prevenção. “Não tem nenhum representante da Agência Ambiental aqui. Eles estão todos nos seus escritórios em vez de estarem aqui”, disse a moradora Su Burrows, de Berkshire, à rede de televisão britânica Sky News.

O governo respondeu dizendo que tem feito o possível, mas reconheceu: “Não podemos sempre agir para impedir o curso da natureza”, disse o ministro da Defesa, Philip Hammond.

 

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