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Eslováquia/MERS

Sul-coreano é internado na Eslováquia por suspeita de coronavírus

Agentes da saúde fazem inspeção no metrô de Seul para identificar presença ou não do coronavírus Mers.
Agentes da saúde fazem inspeção no metrô de Seul para identificar presença ou não do coronavírus Mers. REUTERS/Kim Hong-Ji

Um sul-coreano foi internado de emergência, neste sábado (13), em Bratislava, e está sendo mantido isolado por suspeita de contaminação pelo coronavírus Mers, informou o Hospital Universitário da capital eslovaca. "É um cidadão da Coreia do Sul, de 38 anos. Ele sofre de diarreia, febre e lesões na pele", relatou a porta-voz do estabelecimento, Petra Stano Matasovska.

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"O paciente foi transportado para o Hospital Universitário em uma ambulância, acompanhada da polícia. Atualmente, ele se encontra instalado em uma unidade especial, isolado dos outros pacientes", disse a porta-voz. "Até o momento, trata-se apenas de uma suspeita. À noite, serão enviadas amostras de sangue do doente para um laboratório especializado em Praga", acrescentou Matasovska. O porta-voz do ministério eslovaco da Saúde, Peter Bubla, confirmou que os resultados das análises serão divulgados "nas próximas 24 horas".

Medidas preventivas foram adotadas no hotel de Zilina, onde o sul-coreano estava hospedado, de acordo com o chefe dos Serviços de Saúde da região de Zilina (norte), Martin Kapasny.

A imprensa local noticiou que o homem é funcionário de uma empresa terceirizada pela montadora sul-coreana de automóveis KIA, baseada em Zilina. Ele teria chegado ao país em 3 de junho passado.

Até agora, 14 pessoas morreram na Coreia do Sul, vítimas do coronavírus Mers. Segundo as autoridades locais, todos tinham problemas crônicos de saúde.

A última vítima fatal foi uma mulher de 68 anos que contraiu o vírus em um hospital da cidade de Pyeongtaek, a 65 km ao sul de Seul, informou o ministério sul-coreano da Saúde.

No total, 138 pessoas já contraíram o coronavírus MERS no país asiático. O primeiro caso diagnosticado foi em 20 de maio: um homem que voltava da Arábia Saudita, após passar por outros países do Golfo. No reino saudita, mais de 950 pessoas foram contaminadas desde 2012 e, destas, 412 morreram.

Ainda não existe tratamento para a doença, que registra, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma taxa de mortalidade de 35%.

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