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Suécia/Crime

Suspeitos de matar dois a facadas em loja na Suécia são refugiados da Eritreia

Polícia realiza investigações após duplo assassinato no Ikea
Polícia realiza investigações após duplo assassinato no Ikea REUTERS/Peter Kruger/TT News Agency

Os dois homens detidos em Västerås, na Suécia, por suspeita de ter matado a facadas uma mulher de 55 anos e seu filho de 28 na loja Ikea, são eritreus que pediram asilo no país. Um deles nega as acusações, e o outro, ferido gravemente durante o ataque, ainda não foi interrogado.

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Segundo a polícia, não há nenhuma relação entre os detidos e as vítimas. Em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (11), a vice-promotora Eva Morén acrescentou que as investigações demonstram, até agora, que o ataque não teve motivação política, mas não deu mais detalhes. A polícia também descarta a participação de outra pessoa além dos dois detidos.

A polícia decidiu aumentar a segurança nos campos de refugiados com receio de crimes de ódio. "Há pessoas mal-intencionadas que podem se aproveitar da situação", disse Per Ågren, chefe da polícia de Västmanland, ao jornal sueco "Aftonbladet". Os suspeitos moravam em uma residência para solicitantes de asilo na cidade de Arboga, na mesma província, Västmanland.

Vítimas estavam em férias

A mulher e o filho, que moravam em outra região da Suécia, estavam de férias em Västerås visitando parentes. "Eles estavam na loja para fazer compras. Na seção de cozinha aconteceu algo que fez com que fossem atacados com uma faca", publicou o jornal local VLT.

De acordo com fontes policiais citadas pelo VLT, "os suspeitos utilizaram quase com certeza facas da loja Ikea".

Um dos suspeitos, detido em um ponto de ônibus, foi localizado graças aos depoimentos de várias testemunhas. "Ele foi interrogado ontem (segunda-feira) à tarde e nega as acusações", declarou a vice-promotora Eva Morén.

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