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Grécia/Acordo

Parlamento da Grécia analisa texto do acordo com credores

Zoe Konstantopoulou (esq), presidente do Parlamento grego, durante sessão do 15 de julho de 2015.
Zoe Konstantopoulou (esq), presidente do Parlamento grego, durante sessão do 15 de julho de 2015. REUTERS/Yannis Behrakis

O Parlamento grego recebeu na noite desta terça-feira (11) o texto do acordo entre o governo em Atenas e seus credores sobre um terceiro plano de ajuda financeira à Grécia, que os deputados deverão ratificar. O projeto de lei, de 400 páginas, foi publicado no site do Legislativo, após o primeiro-ministro Alexis Tsipras pedir à presidente do Parlamento, Zoé Konstantopoulou, a convocação de uma sessão plenária na quinta-feira (13) para votar o compromisso.

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O site do Parlamento não especifica, no entanto, se o exame do texto começará hoje, como solicitou Tsipras. A presidente do Parlamento, Zoé Konstantopoulou, parecia inclinada a iniciar as discussões apenas amanhã.

Konstantopoulou integra o grupo de cerca de 30 deputados do Syriza - de um total de 149 - que se opõe ao terceiro plano de ajuda ao país. O projeto de lei apresenta um leque de medidas visando a adoção de um terceiro plano de ajuda, que pode liberar € 86 bilhões à Grécia em três anos.

Aumento de taxas

As medidas afetam a comercialização de gás, leite e pão, transportes, aposentadorias especiais, subsídios a agricultores e impostos. Estão previstos desde um aumento de taxas às empresas de transporte marítimo até a redução do preço dos medicamentos genéricos, passando por um reforço da luta contra os crimes financeiros ou ações para liberalizar o setor energético. Para fechar o acordo, o governo grego teve que aceitar a adoção imediata de 35 reformas.

A maioria das medidas já aparecia no acordo de princípio fechado em 13 de julho entre a Grécia e seus credores europeus. A Comissão Europeia anunciou o compromisso na tarde de ontem, mas "em um nível técnico até o momento", aguardando uma "avaliação política", que corresponde às votações no Parlamento grego e em outros países que deverão aprovar o texto, como a Alemanha.

(Com informações da AFP)

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