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Um milhão de pessoas participam da parada gay mundial em Madri

A World Pride reuniu cerca de 1 milhão de pessoas
A World Pride reuniu cerca de 1 milhão de pessoas Reuters

Cerca de 1 milhão de pessoas participaram no sábado (1°) da World Pride, a parada gay mundial, em Madri. O evento foi puxado por políticos dos principais partidos espanhóis (de direita e esquerda), que empunharam uma grande faixa com a frase "Pelos direitos LGBT em todo o mundo".

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Atrás deles, uma grande multidão levava bandeiras com as cores do arco-íris e dançavam ao som dos 52 carros alegóricos. Havia grupos de diversos países do mundo, além de associações espanholas de comunidades gays rurais e das forças policiais.

“Para todos que sofrem perseguições em seus países, nós celebramos nosso orgulho e lhe damos visibilidade”, disse líder da Federação Espanhola de Pessoas LGBT, Jesús Generelo.

Quatro ativistas leram um manifesto que pede à União Europeia para ajudar a "exportar" os direitos LGBT para países que discriminam, criminalizam e torturam gays, com especial ênfase na Chechênia e na Rússia. Eles também pediram que a Organização Mundial da Saúde (OMS) pare de classificar transgêneros como "mentalmente doentes".

Apesar de as autoridades espanholas terem dito que não tinham indicações de ataques terroristas, o tráfego de veículos foi reduzido em toda a cidade, os caminhões foram proibidos de circular e 3.500 policiais foram destacados para a segurança da área central.

A próxima edição da World Pride será em Nova York, em 2019. A Espanha é um dos países mais avançados em direitos LGBT: o casamento de pessoas do mesmo sexo foi aprovado em 2005, sendo um dos primeiros no mundo.

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