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Facebook suprime página de movimento de extrema-direita britânico

Membros do grupo Britain First durante uma manifestação em Rochester, em 15 de novembro de 2017.
Membros do grupo Britain First durante uma manifestação em Rochester, em 15 de novembro de 2017. Fuente: Reuters.

O Facebook anunciou nesta quarta-feira (14) a exclusão da página do movimento britânico de extrema-direita Britain First, que ficou conhecido por causa da publicação de comentários contra minorias e porque alguns de seus tuítes foram compartilhados pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

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O Facebook anunciou, nesta quarta-feira (14), a exclusão da página do movimento britânico de extrema-direita Britain First, que ficou conhecido por causa da publicação de comentários contra minorias e porque alguns de seus tuítes foram compartilhados pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Em nota, a rede social indicou ter fechado não apenas a página do movimento, como também as dos líderes do grupo, Jayda Fransen e Paul Golding. No comunicado, o Facebook diz ser uma plataforma aberta a todas as ideias, incluindo as políticas, mas que estas "podem e devem ser expressas sem ódio".

A rede suprime regularmente comentários e, às vezes, páginas inteiras. Recentemente, fechou a página do monge Wirathu, em Mianmar, que fez alusão a um complô muçulmano com o objetivo de erradicar o budismo.

Junto com outras redes sociais, o Facebook assinou um "código de conduta" elaborado pela Comissão Europeia para lutar contra expressões de ódio ilegais online. A decisão a respeito da Britain First acontece depois de um tribunal britânico ter condenado, em 7 de março, os dois dirigentes do grupo a penas de prisão de 36 e 18 semanas, por assédio com conotação religiosa.

Os fatos aconteceram em maio de 2017 em Kent (sudeste da Inglaterra). Jayda Fransen, de 31, e Paul Golding, de 36, foram acusados de divulgar vídeos e panfletos após um processo, no qual três muçulmanos foram condenados por estupro. Jayda Fransen e seu movimento adquiriram certa fama no final de 2017, quando o presidente Trump retuitou vídeos islamofóbicos que eles haviam publicado em sua conta no Twitter.

Trump se desculpou depois, após gerar uma onda de indignação no Reino Unido. Britain First, um grupo nanico de extrema direita, apresenta-se como um "partido político patriótico em guerra contra o Islã".

(Com informações da AFP)

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