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França/Monumentos

Funcionários protestam contra ladrões e fecham Torre Eiffel por sete horas

Assaltos frequentes e agressões a turistas e funcionários da Torre Eiffel se tornaram frequentes diante do monumento.
Assaltos frequentes e agressões a turistas e funcionários da Torre Eiffel se tornaram frequentes diante do monumento.

A Torre Eiffel, um dos monumentos mais visitados do mundo, fechou por várias horas nesta sexta-feira (22), deixando frustrados centenas de turistas que vieram conhecer a bela dama de ferro francesa. O motivo foi um protesto dos funcionários, que não suportam mais a presença de ladrões que ameaçam os visitantes e o próprio pessoal.  

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Durante sete horas, a Torre Eiffel ficou fechada. Os funcionários emitiram um comunicado justificando a iniciativa:  "o aumento das ações dos batedores de carteiras, além de diversas agressões e ameaças", foi o motivo citado no texto.

Os turistas, presentes em massa, reclamavam da falta de explicações, sem saber por que não podiam visitar o monumento que sonhavam em conhecer. Vindos de todas as partes do mundo, alguns estavam revoltados com o fato de a paralisação não ter sido comunicada antes.

Reivindicações

Os funcionários cruzaram os braços para reivindicar a presença de profissionais de segurança para enfrentar os agressores, que consideram também como "verdadeiros profissionais". Eles criticam a posição da empresa que administra a Torre, revelando que os turistas apenas são informados do risco de serem roubados, mas não existe uma ação de cooperação ativa e permanente com a polícia, visando a segurança do pessoal e do público.

Essa não é a primeira vez que os funcionários de um monumento emblemático param de trabalhar. Em 2013, os empregados do Museu do Louvre também fizeram greve em protesto à presença ostensiva de ladrões no local.

A prefeitura de Paris anunciou que cerca de 26.000 policiais devem ser colocados em dez áreas turísticas famosas, a fim de combater principalmente os roubos de bolsas.
 

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