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França/Atentado

Polícia encontra objeto similar a cinturão de explosivos na periferia de Paris

Polícia instalou um perímetro de segurança em Montrouge, na periferia de Paris.
Polícia instalou um perímetro de segurança em Montrouge, na periferia de Paris. REUTERS/Eric Gaillard

A polícia francesa informou ter encontrado um objeto, que poderia ser um cinturão de explosivos, na periferia de Paris. A descoberta foi feita nesta segunda-feira (23) na mesma cidade onde o telefone celular de um dos suspeitos dos atentados que fizeram 130 mortos e mais de 350 feridos foi localizado na noite dos ataques.

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O objeto "similar a um cinto de explosivos", com uma "configuração" parecida à utilizada pelos suicidas nos atentados de Paris, foi encontrado perto de uma lixeira na cidade de Montrouge, na periferia sul de Paris. Segundo a polícia, o dispositivo "não dispunha de um sistema de detonação".

Encontrado por funcionários da prefeitura que recolhiam entulhos perto de uma residência estudantil que foi evacuada às pressas, o cinto teria o mesmo tipo de sistema encontrado nos coletes usados pelos terroristas durante os ataques de 13 de novembro na capital francesa. Parte do bairro foi fechado e uma análise para confirmar se o objeto contém explosivos está sendo realizada, afirmou uma fonte próxima às investigações.

A cidade de Montrouge fica na mesma região onde havia sido localizado, na noite dos atentados, o celular de Salah Abdeslam, irmão de um dos terroristas. Uma ligação havia sido identificada no município vizinho de Châtillon.

Salah Abdeslam continua foragido

Cidadão francês de 26 anos residente na Bélgica, Salah Abdeslam poderia ser o único autor direto dos ataques ainda vivo. Caçado ativamente por ter, ao menos, desempenhado um papel logístico no massacre, ele estaria "possivelmente pronto para se fazer explodir", segundo o advogado de um dos dois homens que reconheceram tê-lo infiltrado no território belga no dia 14 de novembro.

De acordo com o procurador de Paris, François Molins, que comanda as investigações, os coletes ou cintos explosivos usados pelos suicidas eram compostos "de TATP, pilhas e um detonador na forma de um botão elétrico, assim como de porcas e parafusos para agravar ainda mais o mecanismo e o impacto da explosão".

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