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França/atentado

França lembra dois anos do atentado a mercearia judaica

Cerimônia em frente do supermercado Hyper Kasher teve a presença do jovem Lassan Bathily, ex-funcionário do supermercado que ajudou os clientes.
Cerimônia em frente do supermercado Hyper Kasher teve a presença do jovem Lassan Bathily, ex-funcionário do supermercado que ajudou os clientes. REUTERS/Jacky Naegelen

A França lembra nesta segunda-feira (9) os dois anos do ataque ao supermercado judaico Hyper Casher, que ocorreu dois dias depois do atentado ao jornal satírico Charlie Hebdo. No total, os dois ataques deixaram 16 mortos.

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Ainda hoje comerciantes judeus e clientes admitem serem mais “vigilantes” no cotidiano, mas estão determinados a “conviver” com a ameaça terrorista sem ceder ao medo.

O Crif, órgão que representa as instituições judaicas na França, organizou uma homenagem em frente à mercearia, que fica em Vincennes, no leste de Paris, às 19h30 de hoje, com a participação do ministro do Interior, Bruno Le Roux. Quatro pessoas morreram e 29 ficaram reféns no ataque perpretado pelo extremista Amedy Coulibaly, do grupo Estado Islâmico.

O ataque ao Hyper Casher é considerado o pior de motivação antissemita ocorrido na França nos últimos 30 anos, ao lado do atentado à escola Ozar Hatorah, em Toulouse, em 2012, cometido pelo jihadista Mohammed Merah. A ação deixou 7 mortos, entre eles três crianças. O atentado marca o início da ameaça terrorista na França, que se tornaria permanente.

Segurança é reforçada

De acordo com o Ministério da Defesa francês, desde os atentados de janeiro de 2015, a segurança em torno das 800 escolas judaicas, sinagogas e centros comunitários na França foi reforçada. Desde os atentados de janeiro de 2015, 238 pessoas morreram na França vítimas do extremismo islâmico.

 

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