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França/terrorismo

Torre Eiffel ganha parede de vidro à prova de balas

Para melhorar a segurança e o conforto dos turistas Paris investirá 15 milhões para instalação de barreiras de vidro e vegetação densa para delimitar um novo perímetro, que terá o dobro do tamanho do atual.
Para melhorar a segurança e o conforto dos turistas Paris investirá 15 milhões para instalação de barreiras de vidro e vegetação densa para delimitar um novo perímetro, que terá o dobro do tamanho do atual. REUTERS/Philippe Wojazer

O monumento será cercado por um muro de vidro de cerca de 2,50m, que deve ser construído no outono francês, que começa em setembro. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (9) pela Prefeitura de Paris.

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A construção vai substituir as barreiras de segurança instaladas para receber os torcedores da Eurocopa, no ano passado. A parede será um “dispositivo permanente de segurança”, segundo a prefeitura e incluirá os jardins do monumento, segundo Bernard Gaudillères, presidente da empresa que administra a torre no Conselho de Paris. A revelação foi feita pelo jornal Le Parisien.

Para melhorar a segurança e o conforto dos turistas Paris investirá 15 milhões para instalação de barreiras de vidro e vegetação densa para delimitar um novo perímetro, que terá o dobro do tamanho do atual.
Para melhorar a segurança e o conforto dos turistas Paris investirá 15 milhões para instalação de barreiras de vidro e vegetação densa para delimitar um novo perímetro, que terá o dobro do tamanho do atual. STRINGER / AFP

O projeto está orçado em cerca de € 300 milhões (cerca de R$ 1 bilhão) e foi anunciado no mês passado, para reforçar a segurança e melhorar “a recepção dos visitantes”. O acesso ao pátio em torno do monumento continuará gratuito. Inaugurada em 1889 para a Exposição Universal, a torre Eiffel é o monumento pago mais visitado do mundo. Ele recebe seis milhões de visitantes por ano.

Prevenção do terrorismo

A França foi atingida por uma série de atentados jihadistas entre 2015 e 2016, que deixaram mais de 238 mortos e centenas de feridos. No dia 3 de fevereiro, um jovem egípcio de 29 anos também atacou os militares em uma patrulha na galeria do Carrossel, que dá acesso ao museu de Louvre.

 

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