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Eleiçoes Francesas

Obama para presidente da França

Obama: o candidato fictício à presidência da França.
Obama: o candidato fictício à presidência da França.

Nem esquerda, nem direita. Com a insatisfação dos franceses diante de candidatos controversos demais ou suspeitos de corrupção, um grupo de amigos acaba de lançar a candidatura de Barack Obama para a presidência da França.

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A ideia surgiu numa mesa de bar, onde quatro amigos chegaram à conclusão que nenhum dos candidatos à eleição presidencial de abril pode responder aos anseios da população francesa. Barack Obama, o ex-presidente dos Estados Unidos, seria a solução para uma França politicamente dividida, desmotivada e afundada numa insolúvel recessão.

O primeiro objetivo do grupo, que lançou a campanha Obama17, é convencer Barack Obama a aceitar o desafio de presidir a França, numa hipotética Sexta República. Para isso, criaram um website oficial com uma petição que já foi assinada por mais de 40 mil pessoas nas primeiras 24 horas.

Um milhão de eleitores

Os mentores da campanha esperam atingir a marca de um milhão de assinaturas até o dia 15 de março. Para eles, Obama tem “o melhor CV do mundo para a vaga oferecida”.

Os militantes da Obama17 acreditam também que ainda é possível votar positivamente para um presidente, ao contrário de votar contra um candidato. Afinal, explicam, “na hora em que a França está votando quase maciçamente na extrema-direita, nós ainda podemos dar uma lição de democracia planetária, elegendo um presidente da república estrangeiro”.

Segundo turno inusitado

O primeiro turno das eleições presidenciais francesas será realizado no dia 23 de abril, seguido de um provável segundo turno no dia 7 de maio.

O resultado das pesquisas divulgado nesta terça-feira (28) aponta que a candidata de extrema-direita Marine Le Pen, do Frente Nacional, lidera no primeiro turno com 26% das intenções de voto, sendo seguida de perto pelo novato Emmanuel Macron, do movimento En Marche. O partido de direita Os Republicanos está em terceiro lugar, com 20% dos votos, apesar da investigação sobre desvio de dinheiro público que atinge o seu candidato, o ex-primeiro-ministro François Fillon.

 

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