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França impõe sanções a 18 sauditas envolvidos na morte de jornalista Jamal Khashoggi

18 sauditas são acusados de participação no crime
18 sauditas são acusados de participação no crime AFP 2018 OZAN KOSE

A França impôs nesta quinta-feira (22) sanções contra dezoito sauditas acusados de terem ligação com o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi, morto no consulado da Arábia Saudita em Istambul no começo de outubro. Eles estão proibidos de entrar na França e no resto do espaço de livre circulação europeu, chamado de Schengen, anunciou o ministério francês das Relações Exteriores.

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“São medidas suscetíveis de serem revistas ou ampliadas, em função do avanço das investigações”, disse o ministério em um comunicado. “A França exige que fique claro como um ato dessa natureza pôde ser cometido. Ela espera da parte das autoridades sauditas uma resposta transparente e detalhada.”

O ministério francês das Relações Exteriores também ressaltou que a França “analisa, com seus parceiros europeus, a possibilidade de criação de um mecanismo transversal de sanções, permitindo à União Europeia tomar decisões em caso de violações graves de direitos humanos”.

Comunidade internacional reagiu de diferentes maneiras ao crime

A decisão francesa é similar à que tomou a Alemanha na segunda-feira (19), fechando as fronteiras para os dezoito sauditas. Berlim já tinha imposto um embargo na venda de armas a Riade, enquanto espera um esclarecimento sobre as circunstâncias do assassinato.

O presidente norte-americano, Donald Trump, declarou na terça-feira (20) que queria permanecer um “parceiro fiel” da Arábia Saudita, mas admitiu que o príncipe herdeiro, Mohamed ben Salman (conhecido como “MBS”) poderia estar ciente do crime.

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