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Crime/Paris

Delinquência explode em Paris e prefeita quer aumentar efetivo policial

De acordo com a contabilidade da prefeitura de Paris, há: "+ 68% dos furtos de carteira desde o início do ano no metrô de Paris".
De acordo com a contabilidade da prefeitura de Paris, há: "+ 68% dos furtos de carteira desde o início do ano no metrô de Paris". Pixabay/CC0/SofiLayla

O crime explodiu nas ruas de Paris desde janeiro de 2019 e da crise dos "coletes amarelos", segundo a prefeita (PS) da capital francesa, Anne Hidalgo, que pede ao governo federal que "aumente o número de policiais".

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A cidade, que acolheu cerca de 90 milhões de visitantes estrangeiros em 2018, "foi confrontada com muitos eventos, conflitos, como os ‘coletes amarelos’, que mobilizaram a polícia para a manutenção da ordem, explicou nesta quinta-feira (20) a prefeita Anne Hidalgo durante uma conferência realizada na Câmara Municipal.

Em uma carta publicada no Twitter ao ministro do Interior, Christophe Castaner, o secretário municipal de segurança de Paris, Colombe Brossel, antecipou "números de delinquência que explodiram desde o começo do ano".

"Entendemos que as manifestações dos ‘coletes amarelos’ tenham retirado a polícia de nossos bairros", mas "a degradação é visível em vários lugares", acrescentou Hidalgo, citando o caso de "Goutte d’Or, Château Rouge e Porte de la Chapelle', localizados no 18º distrito, bairros populares de Paris.

Furtos e agressões no metrô

De acordo com a contabilidade da prefeitura de Paris, há: "+ 68% dos furtos de carteira desde o início do ano no metrô de Paris, +71% das agressões sexuais em novembro de 2018 no metrô, +13 5% de ataques voluntários, + 8% de violência contra mulheres, + 18% de violência intrafamiliar, + 16% de assaltos entre 2017 e 2018 em 19 dos 20 distritos de Paris.

"Devemos colocar a polícia em nossos bairros", insistiu nesta quinta-feira a prefeita Anne Hidalgo. O efetivo da polícia municipal anunciado neste inverno e que eventualmente terá cerca de 3.400 agentes responsáveis ​​pelo combate às incivilidades, "não resolve tudo", disse Hidalgo.

"Não se pode ser eficaz se a parte relacionada à luta contra a delinquência, tráfico de drogas e violência for menos garantida pela polícia nacional”, observou ela.

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