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Cúpula do G7 na França terá segurança máxima

La ville de Biarritz sera sous haute surveillance pendant la durée du 45e rendez-vous annuel du G7 du 24 au 26 août 2019.
La ville de Biarritz sera sous haute surveillance pendant la durée du 45e rendez-vous annuel du G7 du 24 au 26 août 2019. AFP Photos/Iroz Gaizka

A cidade de Biarritz, no sudoeste da França, será sede da cúpula do G7 dos dias 24 a 26 de agosto. Participarão da reunião, como segue a regra, dirigentes de sete grandes países industrializados: Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Japão e Itália. Para o evento, a cidade já está sendo transformada em um campo cercado por várias zonas de segurança.

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A prática do surf e da natação será proibida na Grande Praia de Biarritz durante os dias do evento. Os chefes de Estado vão se hospedar no Hotel do Palácio, na chamada “zona 1”, de segurança reforçada.

As ruas e avenidas dessa área ficarão inacessíveis: nenhum pedestre ou veículo sem autorização poderá entrar no local. Já na “zona 2”, de “proteção”, os automobilistas e os transeuntes deverão apresentar um crachá para poder entrar. Além disso, o aeroporto e a estação ferroviária da cidade também ficarão fechados.

A justificativa para a grande operação de segurança é a lembrança dos confrontos violentos entre manifestantes e a polícia em 2001, na cidade de Génova, na Itália, que deixaram um civil morto. Desde então, as autoridades agem com bastante cautela na escolha do local da cúpula e na composição de sua proteção.

“Contra-cúpula” está sendo organizada

Em resposta às medidas de segurança que impedem os manifestantes de se aproximarem do encontro, cerca de 80 organizações e associações organizam, nesse momento, uma “contra-cúpula” do G7, com várias manifestações.

A alguns quilômetros ao sul de Biarritz, a “cúpula dos alternativos” acontecerá na fronteira franco-espanhola, em Hendaye (França) e Irun (Espanha), onde seminários e conferências serão organizados.

No dia 24, quando começa o evento oficial, os manifestantes pretendem protestar em Hendaye. Pelo menos 12.000 pessoas são aguardadas.

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