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Japão oferece US$ 2 bi para proteger biodiversidade

Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade reúne ministros do meio ambiente e representantes de mais de 190 países, incluindo o Brasil, em Nagoya, no Japão.
Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade reúne ministros do meio ambiente e representantes de mais de 190 países, incluindo o Brasil, em Nagoya, no Japão. Reuters

Ministros do Meio Ambiente e representantes de mais de 190 países, incluindo o Brasil, estão reunidos em Nagoya, no Japão, para a Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade, que teve início há dez dias.  O governo japonês ofereceu US$ 2 bilhões para proteger a biodiversidade nos países emergentes.

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O objetivo do encontro é conseguir um acordo global para a preservação da biodiversidade, mas as negociações esbarram em pontos divergentes, como o financiamento das ações de preservação nos países em desenvolvimento e o acesso aos recursos vegetais e animais dos países do Sul.

Nesta quarta-feira, o Japão anunciou uma ajuda de 2 bilhões de dólares aos países em desenvolvimento na expectativa de estimular outros países ricos a assumir compromissos fortes com a preservação da biodiversidade nos países do Sul, que concentram o essencial da flora e da fauna do planeta.

“Vamos lançar uma iniciativa para apoiar os esforços dos países em desenvolvimento, para que eles elaborem suas estratégias nacionais e as apliquem", disse primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, no discurso de abertura do evento. A ONG Greenpeace, que faz parte da sociedade civil presente nas discussões, comemorou a oferta japonesa e destacou que ela estimula as oportunidades de um acordo em Nagoya.

Oliver Hillel, membro do secretariado da Convenção da ONU para a Diversidade Biológica, também elogia a atuação japonesa, mas argumenta que ela é praticamente uma exceção entre os países ricos. “A maioria dos outros países desenvolvidos não têm feito uma contrapartida razoável. Ainda existe um déficit muito grande nisso. A União Europeia, por exemplo, tem uma proposta de orçamento ‘zero’ em termos de crescimento. O Brasil tem tomado a liderança em muitas das propostas que se têm discutido”, disse Hillel.

 

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