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Livro de Bento 16 deve melhorar a imagem de "papa retrógrado"

As declarações do papa Bento 16 sobre o preservativo são recebidas de forma positiva em todo o mundo.
As declarações do papa Bento 16 sobre o preservativo são recebidas de forma positiva em todo o mundo. Reuters

O jornal católico francês La Croix traz em suas páginas trechos da obra na qual o Papa considera o uso do preservativo como um caminho para uma sexualidade mais humana. A imprensa francesa considera positiva a mudança de posicionamento do Papa, que podem reduzir as diferenças entre sociedade e Igreja.

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As declarações do Papa Bento 16 sobre o uso do preservativo, publicadas em um livro de entrevistas que será apresentado amanhã à imprensa, estão nas manchetes dos jornais franceses nessa segunda-feira. Para o diário católico La Croix, o livro de Bento 16 deve calar os críticos que consideram o Papa um homem com ideias retrógradas.

Le Figaro ressalta a grande mudança no discurso de Bento 16. Segundo o jornal, as declarações feitas no livro representam um progresso inédito do Vaticano em relação a questões como contracepção e sexualidade e poderiam reduzir as diferenças entre sociedade e Igreja.

Libération destaca o fato desta ser a primeira vez que um Papa considera o uso do preservativo como um recurso para reduzir o risco de contaminação pelo vírus HIV.

Pacote de ajuda à Irlanda

Também tiveram destaque no jornal Les Echos as declarações de Dominique Strauss Kahn, diretor-geral do Fundo Monetário Internacional, sobre a necessidade de reformas na União Europeia. Num discurso pronunciado em Frankfurt na última sexta-feira, o diretor do FMI defendeu uma ampla reforma fiscal, institucional e do mercado de trabalho. Ele criticou o governo da zona euro por não ter conseguido fazer frente à crise financeira. Strauss Kahn estima que falta ao Velho Continente uma visão realmente europeia.

O jornal Le Figaro comenta o compromisso da Alemanha em ajudar financeiramente a Irlanda. Segundo o jornal, a rápida reação de Angela Merkel em favor de Dublin é uma resposta às acusações de egoísmo que o país sofreu durante a crise na Grécia e contra uma visão pessimista, o famoso euroceticismo, em relação ao futuro da União Europeia. Além disso, segundo o jornal, os bancos alemães estão entre os mais expostos à crise na Irlanda.

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