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Líbia/ Otan

Otan deve assumir comando das operações militares na Líbia

O secretário-geral da OTAN, Anders Fogh Rasmussen.
O secretário-geral da OTAN, Anders Fogh Rasmussen. Reuters

A Otan deve assumir o comando das operações militares internacionais para aplicar a zona de exclusão aérea sobre a Líbia. A decisão foi acordada pelos EUA, Grã-Bretanha e França – os três países que iniciaram os bombardeios contra o regime de Muamar Kadafi, no sábado passado. Este consenso, porém, terá que ser aprovado pelos outros 25 países da organização.

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Em Bruxelas, o secretário-geral da aliança, Anders Fogh Rasmussen, informou que a organização vai passar a fiscalizar o embargo de armas imposto à Líbia, mobilizando navios e aviões no mar Mediterrâneo central para monitorar, relatar e, se necessário, interditar embarcações suspeitas de carregar ilegalmente armas ou mercenários.

As discórdias dentro da Otan sobre a questão não são poucas. Caso a mudança de comando se concretize, as operações passarão a ser dirigidas da base da aliança na Europa, em Mons, na Bélgica. Todos os 28 países integrantes precisam concordar com a transferência de poder, mas Alemanha e Turquia seguem não aprovando os bombardeios.

A possível liderança da Otan representa outra derrota política para o presidente francês Nicolas Sarkozy, que desde o início fez questão de estar na linha de frente na coalizão, enviando caças Rafale para a ofensiva. Ele defende uma participação modesta da aliança atlântica na Líbia.
 

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