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O Mundo Agora

A força militar se justifica para impedir massacres

Áudio 05:08
A Operação da ONU na Costa do Marfim e a "Unicorn", força armada francesa no país, deram sequência às ações militares contra Laurent Gbagbo.
A Operação da ONU na Costa do Marfim e a "Unicorn", força armada francesa no país, deram sequência às ações militares contra Laurent Gbagbo. Reuters

“Líbia, Costa do Marfim, Síria, Iêmen, todos tem uma coisa em comum: governos ditatoriais dispostos a massacrar as suas próprias populações para continuar no poder. É claro que não é novidade. Só nos últimos vinte anos, tivemos o genocídio no Ruanda, o massacre de muçulmanos em Srebrenica na Bósnia, a repressão sangrenta na Birmânia, no Irã ou até na praça Tienamen em Pequim e por aí afora. A novidade, hoje, é que com os meios de comunicação modernos, todo mundo fica sabendo e assistindo ao vivo. E essa situação tornou este tipo de repressão moralmente insustentável para a grande maioria da opinião pública internacional. Tanto assim é, que a Assembléia Geral e o Conselho de Segurança da ONU resolveram adotar o princípio da “Responsabilidade de Proteger” as populações civis. O problema é a distância entre princípio e aplicação prática. Como e quando proteger, e quem deve fazê-lo?”Ouça a crônica de política internacional de Alfredo Valladão. 

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