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Fato em Foco

Observadores da Liga Árabe devem ser independentes, diz especialista

Áudio 04:06
Integrantes da Liga Árabe discutem a situação da Síria, durante encontro no Cairo.
Integrantes da Liga Árabe discutem a situação da Síria, durante encontro no Cairo. REUTERS/Stringer

Um grupo de 50 observadores da Liga Árabe está em vista na Síria desde a última quinta-feira. A missão preparatória precede a visita oficial de 149 observadores. A Liga tenta pôr fim à violência no país liderado há 11 anos por Bashar Al-Assad, que sucedeu o seu pai na chefia do estado, após 29 anos de Hafez al-Assad no poder.O objetivo da visita é verificar a aplicação do plano de saída da crise da Liga Árabe. Ele prevê a retirada do exército das ruas, o fim da repressão violenta, a liberação dos presos políticos e o respeito à liberdade de expressão do povo sírio. Mas desde que a Síria assinou o acordo com a Liga Árabe, o regime de Assad tem sido acusado de intensificar a repressão aos opositores. E segundo Moussab Azzawi, do Observatório Sírio de Direitos Humanos, a presença dos observadores da Liga Árabe não inibe em nada as violências contra o povo. Sobre o assunto, a RFI conversou com Moussab Azzawi, do Observatório Sírio de Direitos Humanos; Burhan Ghalioun, do Conselho Nacional Sírio; e Philippe Dam, diretor interino do escritório da organização não-governamental Human Rights Watch em Genebra. 

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