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Reportagem

Guantánamo: pouco progresso 10 anos depois, segundo ONG

Áudio 02:06
Anistia Internacional protesta em Paris contra o funcionamento da prisão americana de Guantánamo.
Anistia Internacional protesta em Paris contra o funcionamento da prisão americana de Guantánamo. Divulgação

A abertura da prisão americana de Guantánamo, em Cuba, completa dez anos nesta quarta-feira. No dia 11 de janeiro de 2002, chegavam à base naval os primeiros prisioneiros encapuzados, algemados e vestidos com um macacão laranja, todos do Afeganistão, suspeitos de envolvimento na onda de terrorismo que culminou com os atentados de 11 de setembro. Mais de 700 prisioneiros já passaram pelo local e apenas seis foram declarados culpados por comissões militares. Apesar das promessas do presidente Barack Obama de fechar a prisão, hoje 171 homens provenientes de 20 países continuam encarcerados e submetidos a um "vazio jurídico", segundo as palavras de Nathalie Berger, responsável pelo setor americano da Anistia Internacional na França. Nesta entrevista à RFI, ela afirma que, em dez anos, pouca coisa mudou em termos de justiça e direitos humanos.

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