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AF447/Acidente

Famílias das vítimas do AF447 exigem mais transparência

Reuters

Famílias dos passageiros do voo Rio-Paris escreveram à juíza encarregada do caso, Silvia Zimmermann, para reclamar uma investigação mais transparente. Elas exigem a publicação integral do conteúdo das caixas pretas para compreenderem o que aconteceu realmente na cabine do avião.

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Desde o dramático 31 de maio de 2009, os parentes das vítimas do voo AF447 da Air France dependem das publicações do BEA - escritório francês encarregado das investigações do acidente - para serem informadas da evolução do caso.

Duas famílias decidiram escrever à juíza Silvia Zimmermann pedindo a publicação integral do conteúdo das duas caixas pretas: os parâmetros dos voos contidos no DFDR (Digital Flight Data Recorder) e as conversas dos pilotos contidas na cabine do piloto, o CVR (Cockpit Voice Recorder).

Até hoje, as caixas pretas revelaram que a tripulação não compreendeu que o avião estava com problemas, apesar dos alarmes da cabine de pilotagem.  Ao contrário, os pilotos projetaram o aparelho para cima, o que causou a queda.

O BEA publicou somente os elementos das caixas pretas que podem explicar as causas do acidente, sem entrar nos detalhes dos elementos que poderiam esclarecer o estado de espírito da tripulação, assim como suas responsabilidades.

 

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