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O Mundo Agora

Os BRICS não estão imunes à crise mundial

Áudio 05:11
Da esquerda para a direita, os líderes dos BRICs, Manmohan Singh (Primeiro-Ministro da Índia), Dmitri Medvedev (Presidente da Federação Russa), Hu Jintao (China), Presidenta Dilma Rousseff e Jacob Zuma (Repú
Da esquerda para a direita, os líderes dos BRICs, Manmohan Singh (Primeiro-Ministro da Índia), Dmitri Medvedev (Presidente da Federação Russa), Hu Jintao (China), Presidenta Dilma Rousseff e Jacob Zuma (Repú Roberto Stuckert Filho/PR.

“Tudo indica que em matéria de crise econômica, a bola da vez vão ser os grandes países “emergentes”. Os sinais são inquietantes: queda de crescimento dos PIBs e das exportações, um aumento ainda pequeno da inflação (mas é aumento assim mesmo), primeiras manifestações de descontentamento social, declarações alarmistas dos responsáveis políticos e por aí vai. Por enquanto, nada é grave. Todos os emergentes ainda têm bastante gordura para continuar empurrando com a barriga, mas que os problemas dos países ricos do Norte estão a ponto de serem transferidos para o Sul já é uma hipótese bem provável. Tem muito investimento de carteira nos principais países em desenvolvimento que começam a voltar para a Europa ou os Estados Unidos. E isto apesar de rendimentos bastante pífios e toda a incerteza vinculada à crise do euro.” Ouça a crônica de política internacional de Alfredo Valladão.

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