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Síria/crise

Turquia registra número recorde de refugiados sírios

Manifestação diante da embaixada da Síria em Amã, capital da Jordânia.
Manifestação diante da embaixada da Síria em Amã, capital da Jordânia. REUTERS/Ali Jarekji

A população no norte da Síria vive momentos dramáticos. A Turquia registrou ontem a chegada de um número recorde de refugiados, cerca de 3 mil pessoas, que fugiram dos bombardeios das forças do presidente Bashar Al-Assad.

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Em mais um dia de violências, 77 pessoas, sendo 45 civis, morreram ontem na Síria. Isso o corre em um  momento em que uma missão conjunta da ONU e da Liga Árabe se encontra em Damasco para definir o envio de observadores militares que devem monitorar a aplicação do cessar-fogo a partir da próxima terça-feira.

O emissário especial, o ex-secretário-geral das Nações Unidas Kofi Annan, também deu prazo até 12 de abril para os rebeldes entregarem as armas. Contrariamente ao que afirma o regime, os Estados Unidos dizem não ver nenhum sinal de que as tropas sírias estão deixando as ruas. Os militantes pró-democracia convocaram para esta sexta-feira mais um dia de protestos, mobilizando a população pelas redes sociais.

O ministro turco das Relações Exteriores, Ahhmet Davutoglu, telefonou nesta noite para o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e pediu que as Nações Unidas ajudem a organizar a situação dos refugiados que cruzam a fronteira turca. Segundo o chanceler turco, há relatos de que as forças do governo sírio fazem operações com helicópteros para amedrontar e mesmo atacar quem tenta passar para o lado turco.

A Jordânia também registra alto um fluxo de refugiados. Desde o início da revolta em março do ano passado, pelo menos 90 mil sírios entraram no país de forma legal ou clandestina. A Jordânia conta com o auxílio de ONGs como a instituição de caridade islâmica  Kitab wal Sunna para auxiliar os sírios que fogem da repressão do regime de Bashar Al-Assad.

 

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