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Concordia/ Destroços

Destroços do Costa Concordia serão retirados do mar

O navio Costa Concorida que afundou perto da ilha de Giglio, na Itália.
O navio Costa Concorida que afundou perto da ilha de Giglio, na Itália.

Os destroços do navio Costa Concordia, que afundou no dia 13 de janeiro perto da ilha italiana de Giglio, deixando 32 mortos, serão retirado do mar. O anuncio foi feito no sábado pela companhia Costa Cruzeiros em um comunicado.

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As empresas responsáveis pela retirada do navio serão a americana Titan Salvage e a Italiana Micoperi. Segundo a Costa Cruzeiros, os trabalhos de retirada do navio, que ainda devem receber o aval definitivo das autoridades italianas, vão começar no início de maio e devem durar um ano.

“Estamos muito contentes de poder anunciar uma nova etapa importante nas operações de recuperação dos destroços”, comentou Píer Luigi Foschi, presidente da Costa Cruzeiros. Ela agradeceu a empresa holandesa Smit Salvage e a italiana Tito Neri que estavam encarregadas de retirar todo o combustível do navio. Os trabalhos terminaram no dia 24 de março.

Titan Salvage é uma empresa americana do grupo Crowley, líder no setor de recuperação de destroços de navios afundados. A Micoperi é uma sociedade italiana especializada, com longa experiência na construção e engenharia submarina.

A Costa Cruzeiros afirmou que quando o navio for retirado, o consórcio cuidara da limpeza do fundo marinho e do restabelecimento da flora. A companhia, que é filial do grupo americano Carnival, garantiu que o plano “previa também medidas para a proteção das atividades turísticas e econômicas da ilha de Giglio.”
 

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