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Crise/Síria

Reunião de 16 países na Turquia visa pressionar renúncia de Assad

Dezesseis representantes de países ocidentais e árabes, se reuniram nesta quarta-feira em Istambul, na Turquia, para discutir uma saída para a crise na Síria.
Dezesseis representantes de países ocidentais e árabes, se reuniram nesta quarta-feira em Istambul, na Turquia, para discutir uma saída para a crise na Síria. REUTERS/Saul Loeb

Representantes de 16 países ocidentais e árabes se reuniram nesta quarta-feira à noite, em Istambul, para discutir soluções para a crise na Síria, como a pressão para a renúncia do presidente Bashar Al-Assad. A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, participou do evento e sugeriu que o regime sírio respeite o plano proposto pelo emissário internacional da ONU e da Liga Árabe, Kofi Annan, para começar a transição para uma Síria democrática.

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“Nós devemos continuar a fechar os circuitos econômicos do regime de Damasco e aplicar sanções para impedir o governo sírio de se esquivar”, divulgou Hillary Clinton em um comunicado. A secretária de Estado americano completou que o ponto de vista de outros países será bem acolhido se tiverem proposições eficazes ao fim da crise na Síria.

Entre os participantes da reunião, estavam os chefes das diplomacias britânica, William Hague; francesa, Laurent Fabius; alemã, Guido Westerwelle e da União Europeia, Catherine Ashton. Ministros da Espanha, Itália, Jordânia, Egito, Kwait, Emirados Árabes Unidos, Tunísia, Marrocos, Catar e da Arábia Saudita também estavam presentes. “Nós estamos céticos quanto às intenções do presidente Assad de colocar fim à violência se nenhuma pressão é exercida sobre ele”, afirmou Hague através de sua porta-voz.

A reunião de Istambul acontece no mesmo dia em que Annan anunciou que vai propor que países ocidentais, a Rússia e a China formem um novo grupo para convencer Damasco a promover um diálogo político com sua oposição. O evento também coincide com a ratificação da Rússia e da China sobre sua posição contra qualquer intervenção estrangeira e uma mudança de regime na Síria.

Por outro lado, Rússia e China são a favor da realização de uma nova conferência internacional sobre o assunto. De acordo com o ministro russo das Relações Exteriores, Sergueï Lavrov, o evento permitiria reunir países que têm uma influência sobre diferentes grupos da oposição ao regime sírio, como a Turquia, o Irã, a Liga Árabe, a União Europeia e os membros do Conselho de Segurança da ONU.
 

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