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Síria/violência

Exército e oposição acirram combates em várias cidades da Síria

Corpos em cemitério de Qabon, distrito de Damasco, neste domingo, 22 de julho.
Corpos em cemitério de Qabon, distrito de Damasco, neste domingo, 22 de julho. REUTERS/Stringer

A violência continua nas principais cidades sírias. Uma coluna de fumaça foi vista na manhã de hoje no bairro de Mazzé, no oeste de Damasco. A agência oficial de notícias Sana informou que, na noite deste domingo para segunda-feira, a operação do exército expulsou grupos de terroristas que se escondiam até em canais de esgoto.

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Tropas foram enviadas para várias regiões da capital, onde confrontos foram registrados até de madrugada. As ruas da capital estão praticamente desertas, de acordo com jornalistas da agência AFP. Confrontos violentos também foram registrados em Alepo, a segunda mais importante cidade do país. Opositores dizem que helicópteros do regime também bombardearam as cidades de Homs, símbolo da contestação, e Rastane, na mesma província.

A União Europeia decidiu nesta segunda-feira reforçar sanções contra a Síria para pressionar o regime do presidente Bashar al-Assad. No início da reunião dos ministros das Relações Exteriores do bloco, em Bruxelas, um acordo acrescentou mais 26 pessoas e três entidades na lista que impede a entrada e comércio com o bloco. Os chanceleres também decidiram reforçar o embargo de armas ao regime. Segundo o chefe da diplomacia de Luxemburgo, a União Europeia também deverá proibir a entrada da companhia aérea síria no território europeu.

A França, Reino Unido e a Alemanha pedem que a União Europeia também reforce a ajuda humanitária para os refugiados sírios que se exilam principalmente na Jordânia e no Líbano. Documento divulgado à margem do encontro pelo governo alemão afirma que aumentou de maneira dramática a necessidade de ajuda humanitária e tanto a comunidade internacional quanto os europeus devem estar prontos para socorrer também a população que ainda não foi assistida. De acordo com o Comitê Internacional da Cruz  Vermelha, pelo menos 120 mil refugiados sírios já se instalaram na Jordânia e Líbano, mas também na Turquia e Iraque.
 

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