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Imprensa

Governo francês tenta salvar indústria automobilística

Carros da  Peugeot no pátio da empresa.
Carros da Peugeot no pátio da empresa. REUTERS/Eric Gaillard

O plano do governo francês para salvar a indústria automobilística do país aparece com destaque nos jornais desta quarta-feira. Depois do anúncio do plano de demissão de 8 mil empregados da montadora Peugeot Citroën, o Estado francês deciciu intervir no segmento que é um dos mais atingidos pela crise econômica.

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O jornal Les Echos é o que antecipa mais detalhes do plano que será apresentado por Arnaud Montebourg, ministro da Recuperação Industrial. Apesar das restrições orçamentárias, o Estado francês está disposto a abrir os cofres para ajudar o setor automobilístico e deve se comprometer a comprar 25% da produção de carros elétricos e em veículos híbridos. Os consumidores também poderão receber incentivos para financiarem a compra desse tipo de veículo. Uma grande linha de crédito para dar mais liquidez e ampliar a capacidade de investimentos também deve integrar o pacote.

O jornal Le Figaro avalia que as enormes dificuldades do setor automobilístico na França refletem os problemas das vendas estagnadas no continente europeu. O jornal conservador também aponta o alto custo da mão-de-obra da França como um dos problemas do segmento.

Já o jornal comunista L'Humanité destaca o empenho dos empregados da fábrica da Peugeot Citroën de Aulnay sous Bois. O complexo localizado nos arredores de Paris deve ser fechado pela empresa o que ameaça 3.300 empregos. Entrevistados pelo jornal, sindicalistas e operários dizem que vão lutar até o fim contra o fechamento da fábrica.

Batman

Destoando dos demais jornais, o Libération vira as costas para a crise e destaca na capa o lançamento do último filme da trilogia Batman que estreia hoje na França. Violento e ambíguo. Para o jornal, o filme de Christopher Nolan que taz o ator Christian Bale na pele do homem-morcego é uma metáfora dos Estados unidos. Mas o jornal critica duramente o filme que é considerado como uma conclusão "decepcionante" da trilogia.
 

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