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Imprensa

Jornais destacam vitória francesa na natação em Olimpíadas

Clement Lefert, Fabien Gilot et Amaury Leveaux exultantes depois da vitória da França no revesamento 4x100m.
Clement Lefert, Fabien Gilot et Amaury Leveaux exultantes depois da vitória da França no revesamento 4x100m. REUTERS/Michael Dalder

Os jornais franceses desta segunda-feira dão destaque às medalhas da França nos Jogos Olímpicos de Londres. "Nossos nadadores são de ouro!" diz a manchete do Aujourd'hui en France, fazendo referência às vitórias dos franceses Amary Leveaux, Clément Lefert, Fabien Gilot et Yannick Agnel, no revezamento 4x100 livre, e Camille Muffat nos 400 metros nado livre feminino.

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Os jornais também comentam a medalha de prata de Céline Goberville, no tiro com pistola de ar a 10 metros feminino, que abriu o marcador francês ontem, e o bronze de Priscilla Gneto, no judô na categoria de menos de 52 quilos.

Mas não foram somente as Olimpíadas que ganharam as manchetes dos jornais. O Figaro destaca a mobilização geral do Eurogrupo para salvar o euro e traz uma entrevista com o presidente do bloco, Jean Claude Juncker. Segundo ele, a zona do euro estaria pronta para agir em conjunto com o Banco Central Europeu dentro de alguns dias. "O presidente do Eurogrupo antecipa uma ação rápida e decisiva dos dezessete paises da moeda comum, apoiada pelo BCE", afirma o jornal.

O l'Humanité dá destaque à resistência dos espanhóis às medidas de austeridade. "No passará" diz o título do jornal, segundo o qual os funcionários espanhóis recusam os novos sacrifícios impostos pelo governo de Mariano Rajoy, enquanto a direita continua no caminho da austeridade. Um impasse dramático tendo em vista os últimos dados econômicos da Espanha.

Já o Aujourd'hui en France pergunta "Por que os aposentados saem da França?". Segundo jornal, o número de emigrantes franceses dobrou em dez anos. Mais de um milhão entre eles são aposentados que escolhem viver em países mais quentes como o Marrocos, a Tunísia, o Senegal e também o Brasil. De acordo com o diário, aproximadamente 3 mil aposentados franceses vivem no país, onde o custo de vida é 20% mais baixo que o da França.
 

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