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Imprensa

Imprensa francesa compara Bolt a Pelé e a Ayrton Senna

O jamaicano Usain Bolt beija medalha de ouro conquistada nos 200 m.
O jamaicano Usain Bolt beija medalha de ouro conquistada nos 200 m. REUTERS/Eddie Keogh

Na reta final dos Jogos Olímpicos, Usain Bolt brilhou na noite de quinta-feira no estádio olímpico de Londres e a sua nova medalha de ouro nos 200 m é o destaque dos jornais franceses nessa manhã que alçam o jamaicano à categoria de lenda vida do esporte.

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O jornal esportivo L'Equipe estampa na capa, obviamente, a foto de Bolt com a manchete "Eu sou a lenda". O jornal coloca Bolt ao lado dos grandes ícones do esporte como Pelé, Ayrton Senna, Mohamed Ali, Nadia Comaneci, Michael Jordan, Michael Phelps entre outros. Para o jornal, Bolt é a "incarnação perfeita do esporte e da sua época". O diário esportivo escreve que assim como Pelé ultrapassou as fronteiras do futebol para se tornar um mito e Ayrton Senna paira além do automobilismo, Bolt, aos 25 anos, já merece estar na galeria dos ídolos eternos do esporte.

O jornal Le Figaro lembra que já na edição passada dos jogos, em Pequim, Bolt conseguiu igualar os mitos do atletismo Jesse Owens e Carl Lewis ao ser campeão olímpicos nos 100 m e nos 200 m. Ao repetir a façanha agora em Londres, o jamaicano se torna uma lenda viva do esporte. Antes da prova, Bolt ainda encontrou tempo para brincar e saudou os expectadores com um tchauzinho à moda da rainha Elizabeth.

O Libération também se rende ao talento do jamaicano que subiu ao lugar mais alto do pódio ontem ao lado dos seus compatriotas Yohan Blake, que ficou na segunda posição e Weir, que surpreendeu e ficou em terceiro, confirmando a supremacia jamaicana na modalidade. Ao único francês na disputa, o campeão europeu Chistophe Lemaitre, coube um honroso sexto lugar. "Não deu para fazer milagre", resume o jornal.

 Destaque da imprensa também para o queniano David Rushida, que é o rei absoluto dos 800 m. Além de ganhar o ouro olímpico ontem, Rudisha bateu o seu próprio recorde mundial quebrando um tabu olímpico. Há 36 anos um recorde mundial nessa modalidade não era quebrado em Jogos Olímpicos. Em entrevista ao L'Equipe, o queniano dedicou a vitória ao pai.
 

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