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Imprensa

Estratégia da PSA Peugeot Citroën para sair da crise aposta no mercado europeu

Trabalhadores da PSA Peugeot-Citroen manifestam contra fechamento da unidade da fábrica de Aulnay-sous-Bois, nas proximidades de Paris.
Trabalhadores da PSA Peugeot-Citroen manifestam contra fechamento da unidade da fábrica de Aulnay-sous-Bois, nas proximidades de Paris. REUTERS/Benoit Tessier

A crise que atinge a montadora francesa PSA Peugeot Citroën ganhou destaque na imprensa desta quinta-feira. Os jornais analisam a estratégia do grupo anunciada no dia em que a divulgação de resultados financeiros confirmaram a situação catastrófica do grupo diante de perdas maiores do que as estimativas.

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A PSA enfrenta a maior crise de sua história, resume em título o Le Figaro. O grupo francês perde mais dinheiro do que o previsto, aumenta suas dívidas e não consegue transmitir uma mensagem otimista em relação ao seu futuro, adverte o jornal conservador. O valor da ação, que caiu 4,5%, é um retrato da perda de confiança na montadora francesa, sugere o Le Figaro. O jornal afirma também que diante da crise do setor e da perda de uma fatia de mercado, a PSA Peugeot Citroën deve adotar novas medidas de economias em 2013.

O Les Echos destaca em sua manchete a aposta da empresa de sair da armadilha representada por uma Europa em crise. Ao anunciar as primeiras intenções concretas de sua parceira com a General Motors, a PSA decidiu não sair em busca de mercados emergentes, como Brasil e China, escreve o Les Echos. A estratégia de recuperação adotada pela montadora francesa e a americana GM aposta no mercado europeu,mas as ambições são limitadas por causa da crise. Em entrevista ao Les Echos, o presidente do comitê diretor da PSA Peugeot Citroën, Philippe Varin, elogiou o apoio do estado francês na tentativa de ajudar a empresa e admitiu que a contrapartida é importante. A referência é à presença de dois representantes do governo que vão participar das decisões da montadora.

O católico La Croix dedica sua manchete à crise enfrentada pela indústria farmacêutica francesa, que passa por uma profunda mudança. Com a perda de várias patentes e sem oferecer muita inovação, os laboratórios do país multiplicam seus planos de demissão, informa o jornal que cita como exemplo a decisão do grupo Sanofi de demitir 900 pessoas nos próximos três anos.
 

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