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Meio Ambiente

Mais de 150 países participam da Hora do Planeta

Estudantes de Hanoi se reúnem em torno de velas durante a Hora do Planeta.
Estudantes de Hanoi se reúnem em torno de velas durante a Hora do Planeta. REUTERS

Sydney foi a cidade que deu início à Hora do Planeta, uma hora sem luz, uma iniciativa que mobiliza diversos países em todo o mundo para denunciar as preocupações com as mudanças climáticas. O evento acontece todos os anos desde 2007.

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Às 20h30 pelo horário local, a iluminação de prédios e monumentos em cidades de mais de 150 países devem ser apagadas durante uma hora para marcar a maior manifestação ecológica do mundo. Em Sydney, a luz se apagou em meio a aplausos de uma multidão concentrada em torno da Opera. O local foi iluminado por uma luz verde em referência às energias renováveis.

A manifestação envolve também monumentos importantes como a porta de Brandenburgo em Berlim, as muralhas de Dubrovnik na Croácia, o Estádio Olímpico de Pequim e símbolos como a Pequena Sirene de Copenhague e a estátua de Michelangelo em Florença.

Em Paris, a Torre Eiffel teve suas luzes apagadas no momento previsto e cerca de 200 turistas aplaudiram o momento em que o monumento ficou totalmente no escuro.

Em Moscou, o Kremlin, onde fica a sede do governo russo, participou pela primeira vez do evento a pedido do presidente Vladimir Putin. A Catedral da prça Vermelha e outrtos 90 monumentos também ficaram com as luzes apagadas.

A operação foi lançada na Austrália em 2007 pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês) e se espalhou pelo mundo.
No ano passado, 7 mil cidades de 152 países participaram da manifestação, um aumento de 30% em relação ao ano anterior.

 

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