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Reportagem

Para analista, novo julgamento do mensalão não significa impunidade

Áudio 03:17
O Supremo Tribunal Federal (STF) durante sessão do 11/09. Na foto, os ministros Teori Zavascki, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Celso de Mello.
O Supremo Tribunal Federal (STF) durante sessão do 11/09. Na foto, os ministros Teori Zavascki, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Celso de Mello. José Cruz/ABr

Com a participação especial de Mélanie NunesNesta quarta-feira o julgamento do mensalão, no Supremo Tribunal Federal, passa por uma etapa crucial: os ministros do STF devem concluir a votação dos chamados embargos infringentes, um recurso que dará a 12 dos 25 condenados no processo o direito a um novo julgamento. Entre esses 12 réus, está o ex-chefe da casa civil José Dirceu. A votação sobre a validade ou não do recurso ficou empatada na semana passada. O impasse termina hoje com o esperado "voto de Minerva" do ministro Celso de Mello que desempatará o julgamento. Mello tende a defender o pedido dos réus. Se isso acontecer, o mensalão ainda está longe do fim. Stéphane Monclaire, professor de Ciências Politicas da Sorbonne, explica esse imbróglio jurídico.

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