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Fato em Foco

Pesquisador analisa impasse da Europa diante dos clandestinos africanos

Áudio 05:12
Homem protesta nas ruas em favor dos imigrantes ilegais africanos em Ceuta e Melilla.
Homem protesta nas ruas em favor dos imigrantes ilegais africanos em Ceuta e Melilla. CESAR RANGEL / AFP

Os enclaves de Ceuta e Melilla, dois territórios de menos de 20 km² de extensão no norte do Marrocos, estão novamente no centro das atenções, desde que centenas de imigrantes africanos se organizaram para tentar cruzar em massa as fronteiras durante essa semana. As imagens gravadas pelas câmeras de segurança na zona que divide os dois países mostraram grupos inteiros escalando uma das cercas no meio da noite, diante dos policiais impotentes, que não conseguiam conter todos os clandestinos.Como o território pertence a Espanha, uma vez dentro de um dos dois enclaves, os imigrantes se encontram oficialmente em solo europeu. E apesar da crise econômica vivida no velho continente, Ceuta e Melilla continuam sendo vistos por muitos como a porta de entrada para uma vida melhor, principalmente diante do contexto de conflitos em alguns países africanos. Segundo as estatísticas, a cada ano mais de 50 mil pessoas tentam cruzar essas pequenas fronteiras, de cerca de 10 quilômetros cada uma, para entrar nesse pedaço da Europa dentro da África.O pesquisador em relações internacionais da Universidade de Cádiz, Ayrton Ribeiro de Souza, comenta a situação e fala das dificuldades da autoridades europeias para conter o fluxo de imigrantes clandestinos.  

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