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Imprensa

Turistas brasileiros são os campeões de gastos com compras em Paris

Galeries Lafayette que é uma loja de departamento francesa.
Galeries Lafayette que é uma loja de departamento francesa. wikipédia

Nesta quinta-feira (24), os diários estão preocupados com a fraca conjuntura econômica da França, a delicada situação do país preocupa o até sempre otimista presidente François Hollande, ironizam alguns artigos. O Brasil, ou melhor, os brasileiros também são notícia hoje. Segundo um estudo, os brasileiros são os turistas que mais gastam dinheiro em Paris, capital europeia das compras.

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Uma pesquisa realizada pela consultoria internacional Abington foi publicada hoje pelo Aujourd'hui en France. Nos dois últimos meses, 603 tuirstas, principalmente brasileiros, chineses e russos, foram ouvidos. O resultado confirma que, além de ser o primeiro destino turístico mundial, Paris é também a cidade ideal para se fazer compras. 50% dos entrevistados preferem a capital francesa, o dobro dos 25% que escolhem Londres. Milão ficou em terceiro lugar com 18%.

A atração pelas lojas francesas, principalmente de luxo, é tão forte que um terço dos turistas que visitam a capital declara "comprar" como a primeira motivação para a viagem. Segundo o estudo, a grande oferta de produtos, a exclusividade e os preços mais baratos do que nos países de origem explicam esse interesse. Cada turista chinês gasta em média € 200, principalmente em roupas, lembrancinhas, cosméticos e perfumes. O orçamento dos turistas russos é bem maior, € 1.000, mas os campeões são os brasileiros. Eles gastam em média € 6.150, mais de R$ 18.000, revela a pesquisa do Aujourd'hui en France.

Fraco desempenho econômico francês preocupa

A França teme a armadilha do crescimento zero é a manchete do Les Echos. O diário econômico informa que as esperanças de uma retomada econômica no país diminuem e que a pane ameaça os objetivos de redução de déficit publico do governo. O nível de confiança dos empresários se manteve estável em julho assim como os novos contratos de emprego. Não houve recessão, mas depois da taxa de crescimento zero registrada no primeiro trimestre do ano, essa estabilidade mostra que a economia francesa continua frágil. Les Echos diz que essa conjuntura coloca em risco a previsão do governo de um crescimento do PIB de 1% este ano.

François Hollande

Le Figaro escreve que o presidente francês está menos otimista do que no discurso feito a nação no 14 de julho, festa nacional na França. O chefe de Estado admitiu que "fragilidades" persistem no país e que uma desaceleração econômica não é "impossível". Hollande reconhece que a taxa de crescimento pode continuar a cair. Como Les Echos, o jornal conservador avalia que as estimativas de 1% de alta do PIB este ano e de 1,7% em 2015 não serão atingidas. Apesar disso, o governo garante que não aumentará nem os impostos nem os cortes já previstos, conclui Le Figaro.
 

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