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Alemanha/Islamismo

Na Alemanha, milhares protestam nas ruas contra movimento anti-Islã Pegida

Reuters/Ina Fassbender

Na noite desta segunda-feira (12), cerca de cem mil pessoas protestaram em diversas cidades da Alemanha contra o movimento anti-islamita Pegida, que é contra os muçulmanos. Em contrapartida, 25 mil integrantes do Pegida, entre os quais xenófobos e neonazistas, também saíram para denunciar a "islamização da Alemanha e do Ocidente".

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Cinco dias depois dos atentados jihadistas em Paris, os defensores da tolerância e da abertura decidiram sair às ruas para manifestar contra o movimento Pegida - Patriotas Europeus contra a Islamização do Ocidente - que vem se expandindo cada vez mais no país.

Apoiados pela chanceler Angela Merkel, para quem "o Islã faz parte da Alemanha", milhares de pessoas manifestaram em Leipzig, no leste, Munique, no sul, Hanovre, no norte, além da capital Berlim.

Contra os muçulmanos

Enquanto nas cidades do país os manifestantes pediam respeito e liberdade, cerca de 25 mil partidários do movimento Pegida se reuniram em Dresde, no leste, para denunciar o que chamam de "islamização da Alemanha".

Na capital da Saxe, muitos empunhavam cartazes relacionados aos atentados de Paris. Os organizadores convidaram os simpatizantes a desfilar com uma fita preta no braço em sinal de luto em homenagem "às vítimas de Paris". Um minuto de silêncio foi observado durante a passeata.

Desde outubro do ano passado, o movimento anti-islamita Pegida se mobiliza todas as segundas-feiras contra a religião islâmica e os muçulmanos que pedem asilo.

A chanceler Angela Merkel decidiu reagir severamente à tendência xenófoba e vai participar nessa terça-feira (13) de uma celebração das organizações muçulmanas em Berlim. Merkel vem insistindo em seus discursos sobre a importância da comunidade muçulmana para a Alemanha.

 

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