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Egypt Air/Voo MS804

Buscas submarinas por caixas-pretas do Egypt Air vão começar nos próximos dias

Vigília no Cairo em homenagem às 66 vítimas do voo MS804 da EgyptAir.
Vigília no Cairo em homenagem às 66 vítimas do voo MS804 da EgyptAir. REUTERS/Mohamed Abd El Ghany

Uma semana depois da queda, o anúncio foi feito pelo BEA - o organismo francês encarregado de investigações e análises de acidentes aéreos. No Cairo, as famílias das vítimas fizeram uma vigília em homenagem às 66 pessoas mortas na queda do voo MS804.  

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As operações submarinas para a localização dos destroços do Airbus A320 da EgyptAir devem começar "nos próximos dias", segundo a mensagem do organismo francês BEA, que participa com as autoridades egípcias das investigações sobre a causa da queda do aparelho. Para os especialistas, a contagem do tempo para achar as caixas-pretas é regressiva: as balisas emitem sinais durante no máximo cinco semanas, antes que suas baterias descarreguem por completo.

As Forças Armadas do Egito divulgaram em sua página Facebook imagens de objetos pertencentes ao avião.

O voo MS804 decolou do Aeroporto Roissy-Charles de Gaulle, em Paris, no dia 19 de maio e caiu no Mar Mediterrâneo entre a ilha de Creta e a costa norte do Egito, com 66 pessoas a bordo.

No Cairo, homenagem às vítimas do voo MS804

Nesta quinta-feira (26), uma semana depois do drama, cerca de 500 pessoas participaram no Cairo de uma vigília em frente ao Teatro de Ópera da cidade, em memória das vítimas; trinta eram de nacionalidade egípcia. Entre os participantes, diversas aeromoças com uniforme da EgyptAir tinham nas mãos flores, bandeiras do país e faixas com a sigla da companhia aérea.

Outras pessoas traziam cartazes com a frase: "RIP 66 MS804" (Repousem em paz, 66 passageiros do voo MS804). Os nomes de todas as vítimas estavam escritos e as fotos em um imenso painel formavam o número 66. " Estamos aqui para homenagear as almas das vítimas, esperando que suas famílias encontrem a paz", declarou o ministro egípcio da Aviação Civil, Chérif Fathy.

Além dos 30 egípcios, havia entre os mortos dois iraquianos, dois canadenses e cidadãos da Argélia, Bélgica, Reino Unido, Chade, Portugal, Arábia Saudita e Sudão.

 

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