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Evolução Inovação

Tragédia de Fukushima divide especialistas sobre futuro da energia nuclear

Áudio 12:05
Helicópteros jogam água para tentar resfriar reatores da usina de Fukushima.
Helicópteros jogam água para tentar resfriar reatores da usina de Fukushima. Reuters

Os olhos de todo o mundo acompanham com preocupação e angústia o que acontece na central nuclear de Fukushima, fortemente atingida pelo terremoto da última sexta-feira no Japão. O tremor de terra de 8,9 na escala Richter e a tsunami que se seguiu provocaram uma paralisação imediata do complexo nuclear de Fukushima Daichii, que fica na região nordeste do Japão. Nos dias seguintes, uma combinação de explosões, acidentes e dificuldades em resfriar os reatores foram agravando a situação até evoluir para um alerta de um risco grave de uma nova catástrofe nuclear. O mundo inteiro passou a temer uma tragédia como a de Tchernobyl, o acidente nuclear de 1986 na Ucrânia, que deixou 25 mil mortos e espalhou radioatividade para o continente europeu. Assim que o acidente no Japão ganhou contornos de catástrofe nuclear, o uso dessa tecnologia atômica para produção de energia voltou a ser alvo de debates polêmicos em todo o mundo e especialistas se dividem sobre o futuro desta importante alternativa para diversificação da matriz energética de muitos países. 

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