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Japão/Fukushima

Imperador japonês visita vítimas de Fukushima

O imperador japonês Akihito e a imperatriz Michiko visitam áreas afetadas pela tragédia do tsunami
O imperador japonês Akihito e a imperatriz Michiko visitam áreas afetadas pela tragédia do tsunami Reuters

Dois meses depois do terremoto seguido do tsunami que devastou a região nordeste do Japão, o imperador Akihito visitou pela primeira vez a região de Fukushima onde se encontrou com algumas vítimas do vazamento nuclear.

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Acompanhado de sua esposa Michiko, o imperador Akihito que é chefe de estado e simboliza a unidade do povo japonês, esteve nesta quarta-feira em um centro de refugiados, distante 60 quilômetros da usina nuclear. O casal imperial foi prestar solidariedade aos cerca de 100 mil moradores que foram obrigados a deixar suas casas devido à radiação. Pelo menos 60 mil deles continuam alojados em ginásios e escolas.

O acesso foi interditado em um perímetro de 20 quilômetros em torno da central de Fukushima. O imperador e sua mulher já tinham visitado outros habitantes da região atingidos pelo terremoto, que deixou, segundo dados oficiais provisórios, 14.949 mortos e cerca de 9880 desaparecidos.

A preocupação ainda é grande em relação à radioatividade na central, mesmo que os níveis detectados recentemente estejam mais baixos. A Tepco (Tokyo Eletric Power), empresa de enegia que administra a central, se comprometeu a indenizar as famílias que foram desalojadas. Inicialmente elas receberão, cada uma, 8500 euros, mas o governo deverá desembolsar mais recursos ainda neste ano para ajudar a população. Os agricultores deverão receber uma ajuda extra, já que muitos produtos tiveram a venda proibição por conta da contaminação radioativa.
 

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