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OTAN/Líbia

Otan confirma permanência das operações na Líbia

Secretário-geral da OTAN, Anders Fogh Rasmussen (e) e secretário norte-americano da Defesa, Leon Panetta, durante reunião em Bruxelas.
Secretário-geral da OTAN, Anders Fogh Rasmussen (e) e secretário norte-americano da Defesa, Leon Panetta, durante reunião em Bruxelas. Reuters

Reunidos em Bruxelas, membros da OTAN chegaram à conclusão que ainda é cedo para pôr fim às operações da coalizão na Líbia. Os representantes do grupo consideram que a intervenção no país é um sucesso.

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Na reunião em Bruxelas, os países da aliança militar avaliaram a situação no país e discutiram até quando continuar a ofensiva. Os ministros da Defesa da Otan reafirmaram o compromisso de manter as operações militares na Líbia, sob o mandado da ONU.

Atualmente os combates se concentram em torno de dois bastiões de força pró-Kadafi (Syrte, 360 km da capital, e Bali-Walid, à 170 km sudoeste). Na ausência de tropas no solo, as forças da Otan visam destruir os equipamentos e infra-estrutura utilizadas pelas forças leais à Kadafi, procurando minimizar o risco de perdas civis.

A Otan considerou sua intervenção na Líbia como um grande sucesso, desde os primeiros ataques da operação Odisséia do Amanhecer, em março. O secretário-geral da aliança, Anders Fogh Rasmussen, afirmou que “a organização está pronta para ajudar a Líbia à reformar sua defesa e segurança”, e lembrou que a Otan tem uma longa experiência de apoiar países que passaram da ditadura para a democracia. Rasmussen ainda salientou que “as operações da aliança devem terminar quando não houver mais ameaça à população civil”.
 

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