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Congo/ explosões

Moradores tentam voltar às casas depois de tragédia em depósito de munições

Nuvem de fumaça pode ser vista nesta segunda-feira na capital do Congo, Brazzaville.
Nuvem de fumaça pode ser vista nesta segunda-feira na capital do Congo, Brazzaville. REUTERS/Jonny Hogg

Militares congoleses retiram hoje os corpos das vítimas do acidente em um depósito de explosivos em Brazzaville, capital do Congo, ontem. Pelo menos 146 pessoas morreram e centenas estão feridas, de acordo com o último balanço oficial divulgado pelas autoridades. O número de mortes deve ser maior devido às vítimas soterradas por escombros de desabamentos ocorridos em toda a cidade.

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O bairro de Mpila, onde houve as explosões do depósito, está bloqueado por barreiras militares. Várias casas desabaram em consequência da violência dos estrondos. Uma igreja católica, perto do quartel, também foi atingida durante a missa. Os moradores da área atingida correram para as ruas e abandonaram suas casas.

Nesta manhã, a população tenta acessar as suas casas para verificar o que resta das moradias. Autoridades do país disseram que as explosões ocorreram após um incêndio começar em uma base militar na cidade, e duraram quase três horas. Os estrondos chegaram a ser ouvidos em cidades vizinhas. Muitos feridos foram internados nos hospitais da capital, que estão superlotados.

De acordo com as primeiras investigações, um curto-circuito seria a origem do incêndio, que se propagou ao depósito de armas e munições, situado no leste da capital, em uma região residencial.
 

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