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Tufão/Coreia do Sul

Tufão Bolaven deixa oito mortos e 12 desaparecidos na Coreia do Sul

Carro destruído pelo tufão Bolaven na cidade de Wando, no sul de Seul, nesta terça-feira.
Carro destruído pelo tufão Bolaven na cidade de Wando, no sul de Seul, nesta terça-feira. REUTERS/Park Chol-hong/Yonhap

O tufão Bolaven, um dos mais intensos dos últimos 60 anos na Ásia, varreu a costa da Coreia do Sul, provocando a morte de oito pessoas. Doze pescadores chineses de um navio que naufragou na costa da Ilha de Jeju, no sul da península coreana, estão desaparecidos. A guarda-marítima sul-coreana resgatou 18 deles.

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O presidente sul-coreano, Lee Myung-Bak, pediu a todos os serviços de segurança do país para garantir uma “assistência minuciosa” à população. Por medida de precaução, o instituto de meteorologia sul-coreano colocou Seul em estado de alerta nesta terça-feira.

As escolas ficaram fechadas e os 10 milhões de habitantes foram orientados a se abrigar do vento. As autoridades também fecharam a entrada ao porto de Busan até que o alerta seja retirado. Eles pediram que os grandes navios se protejam em abrigos até o final da trajetória do tufão.

O mau tempo provocado pela passagem do fenômeno deixou 200 mil casas sem energia elétrica na Coreia do Sul. Os ventos derrubaram árvores e arrancaram telhados.

O tufão chega hoje à vizinha Coreia do Norte, perto das regiões agrícolas em volta da capital Pyongyang.

Um segundo tufão deve atingir a capital sul-coreana ainda esta semana. A China prevê inundações nos próximos dias que podem ameaçar a colheita de milho e soja em províncias da região nordeste do país.
 

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