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Furacão/Caribe

França anuncia ajuda para países vítimas do furacão Sandy

Criança em contato com água suja e contaminada, em acampamento de famílias desabrigadas por causa do furacão Sandy, na cidade de Porto Príncipe, no Haiti.
Criança em contato com água suja e contaminada, em acampamento de famílias desabrigadas por causa do furacão Sandy, na cidade de Porto Príncipe, no Haiti. REUTERS/Swoan Parker

O ministério das Relações Exteriores da França anunciou que enviará uma ajuda de 220 mil euros (mais de 500 mil reais) para o Haiti, Cuba e Jamaica. Os três países ainda sofrem as consequências da passagem do furacão Sandy, que deixou mais de 70 mortos pelo Caribe. A população desses países deve agora enfrentar doenças como o cólera e a leptospirose, além da fome. Mas a ajuda fornecida pela França não será suficiente para aliviar o sofrimento dos habitantes dessas nações caribenhas.

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O setor agrícola desses três países foi severamente castigado pela tempestade. A ONU e o governo haitiano fizeram um apelo à comunidade internacional para arrecadarem doações, de aproximadamente 74 milhões de dólares ( cerca de 142 milhões de reais) nos próximos doze meses. O Programa Alimentar da ONU também pediu cerca de 40 milhões de reais para a assistência às famílias que sofrem com a falta de alimento. Além da fome, o cólera também é outra preocupação das autoridades. "Depois da passagem do furacão, nós registramos o aumento dos casos de cólera em todo o país. E os diversos centros de tratamento para esta doença foram completamente destruídos", declara o doutor Ronald François, coordenador do programa nacional contra o cólera.

Segundo médicos, mais de 2 mil pessoas foram infectadas pela doença, que já matou 21 haitianos depois da passagem do Sandy. Somente no Haiti, os estragos podem chegar a mais de 1 bilhão de reais.

Em Cuba e na Jamaica, quase quatro milhões de pessoas perderam suas casas. Na região de Santiago de Cuba, 500 mil pessoas ainda estão desalojadas. "O furacão Sandy foi a catástrofe mais grave dos últimos 50 anos na cidade de Santiago de Cuba", afirma a porta-voz da administração municipal Elisabeth Byrs. Segundo Havana, o país perdeu quase 13 mil toneladas de alimentos devido ao furacão.
 

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