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Fato em Foco

Trocas de acusações entre países alimenta ameaça de “guerra cibernética”

Áudio 05:19
Funcionários de empresa sul-coreana invadida por hackers avaliam estragos, na semana passada.
Funcionários de empresa sul-coreana invadida por hackers avaliam estragos, na semana passada. REUTERS/Lee Sang-hak/Yonhap

A Coreia do Sul acusa a China, que acusa os Estados Unidos que acusam a Coreia do Norte. Ou vice-versa. Nas últimas semanas, as suspeitas de ataques cibernéticos envolvendo estes países se multiplicaram, tendo como pano de fundo um pico de tensão entre as duas Coreias, inimigas, e com a participação de seus respectivos aliados, os americanos para os sul-coreanos e os chineses para os norte-coreanos. Em um mundo cada vez mais informatizado, qual a relevância de uma "guerra cibernética" neste cenário complexo?

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Em entrevista, Eric Filiol, tenente-coronel do Exército francês especialista em segurança na informática, avalia que a ameaça é real - embora seja quase impossível determinar em qual amplitude. O militar francês destaca que os países menos informatizados e menos democráticos são os mais protegidos contra ataques - por isso, os Estados Unidos são mais vulneráveis do que a China, por exemplo. Apesar das trocas frequentes de acusações, o especialista acha que a ideia de uma "guerra cibernética" é exagerada.

Neste contexto imprevisível, o Brasil também faz o possível para se proteger. Desde 2010, existe o Centro de Defesa Cibernética do Exército, e um novo Sistema Militar de Defesa Cibernética, com sofwares de última geração, está sendo implantado com vistas a garantir a segurança dos sistemas. Nelson Düring, editor-chefe do portal especializado DefesaNet, explica os principais objetivos do centro e constata que, também no Brasil, estes órgãos são cheios de segredos.

 

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