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EUA/Síria

Obama promete investigação sobre armas químicas na Síria

Barack Obama (d) ao lado do rei Abdallah da Jordânia durante discurso nessa sexta-feira em Washington.
Barack Obama (d) ao lado do rei Abdallah da Jordânia durante discurso nessa sexta-feira em Washington. REUTERS/Mike Theiler

O presidente dos Estados Unidos prometeu uma investigação aprofundada sobre o possível uso de armas químicas na Síria. Barack Obama disse que a confirmação das denúncias sobre esse tipo de prática do regime de Damasco poderia mudar as regras do jogo no conflito que já dura mais de dois anos e matou pelo menos 70 mil pessoas segundo as Nações Unidas.

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Em um discurso em Washington nessa sexta-feira, 26 de abril, ao lado do rei Abdallah da Jordânia, que estava de passagem pelos Estados Unidos, o presidente Barack Obama lançou um alerta ao regime de Damasco após as denúncias feitas na véspera sobre o uso eventual de armas de destruição em massa na Síria. “Temos alguns indícios de que armas químicas foram usadas contra a população síria. São apenas avaliações preliminares. Nós vamos lançar investigações mais aprofundadas e consultar nossos parceiros na região, além da comunidade internacional e as Nações Unidas para investigar isso da maneira mais rápida e eficaz possível”, disse o chefe da Casa Branca.

Segundo Obama, a confirmação do uso desse tipo de armas seria a prova de que o regime de Damasco teria ultrapassado mais um limite no que diz respeito às leis internacionais. Para o líder norte-americano “isso mudaria as regras do jogo”.

A notícia também preocupou a Grã-Bretanha. O primeiro ministro britânico David Cameron disse que a possibilidade do uso de armas químicas poderia encorajar a comunidade internacional a agir.

Enquanto isso a sexta-feira foi marcada por combates intensos no noroeste de Damasco. Segundo o diretor do Observatório Sírio dos Direitos Humanos, Rami Abdel Rahmane, a forças do regime teriam efetuado uma importante ofensiva na região. Ainda de acordo com a ONG baseada em Londres, pelo menos 18 civis e nove rebeldes foram mortos nesta sexta-feira. Na véspera, 130 vítimas fatais do conflito foram registradas no país. 

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