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Violência sexual

Menina de quatro anos morre na Índia, vítima de estupro

Uma multidão indignada manifestou-se em frente à residência do preliê indiano, Manmohan Singh, em Nova Délhi, pedindo justiça aos estupradoras de uma garota de quatro anos.
Uma multidão indignada manifestou-se em frente à residência do preliê indiano, Manmohan Singh, em Nova Délhi, pedindo justiça aos estupradoras de uma garota de quatro anos. REUTERS/Adnan Abidi

Na Índia, uma menina de quatro anos morreu na noite de ontem, duas semanas depois de ter sido ter sido estuprada por um homem de 35 anos. Nos últimos meses, seguidos casos de violência sexual colocaram o país na mira da comunidade internacional e, principalmente, das organizações de defesa dos direitos da mulher.

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Desaparecida desde o dia 15, ela foi encontrada inconsciente pelos pais, em 18 de abril, numa fazenda em Ghansour, no centro do país. De acordo com a polícia, que prendeu um suspeito em Bihar, no nordeste do país, ela foi sequestrada em Nova Déli e estuprada diversas vezes, antes de ser abandonada pelo agressor. Ontem à noite, ela não resistiu a uma parada cardíaca.

Este novo caso remete automaticamente à história da estudante de 23 anos que foi estuprada e agredida por vários homens em um ônibus da capital. A crueldade do caso suscitou um debate dentro e fora do país sobre a violência contra as mulheres indianas e a apatia da polícia e da justiça frente aos agressores.

Há pouco mais de um mês, uma turista suíça sofreu o mesmo tipo de violência. A vítima e seu marido, que percorriam o país em bicicleta, estavam se preparando para acampar em um bosque na sexta-feira, quando foram atacados por vários indivíduos que amarraram o marido e estupraram a mulher. Pressionado, o governo endureceu a legislação sobre este tipo de crime. Agora, estupradores são condenados a 20 anos de prisão. Caso a vítima morra ou fique em estado vegetativo, eles podem ser condenados à morte.

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