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Egito/Crise política

Egito tem novo dia de manifestações pró e antigoverno interino

Os manifestantes pró-Mursi são cada vez mais numerosos nos protestos que acontecem diariamente na cidade do Cairo contra o golpe militar da semana passada.
Os manifestantes pró-Mursi são cada vez mais numerosos nos protestos que acontecem diariamente na cidade do Cairo contra o golpe militar da semana passada. REUTERS/Suhaib Salem

O Egito terá mais um dia tenso nesta sexta-feira, primeiro dia de orações dos muçulmanos no período do ramadã (mês de jejum dos adeptos do islamismo), com novas manifestações de partidários e opositores do presidente islâmico deposto, Mohammed Mursi.

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Os partidários do presidente deposto há nove dias convocaram protestos à noite na capital egípcia perto da mesquita Rabaa al Adawiya e da Universidade do Cairo. Eles reivindicam a volta de Mursi ao poder. Já os que defendem o novo governo de transição também devem ir às ruas hoje. O recém-nomeado primeiro-ministro, Hazem el Beblawi, tem tido dificuldades para formar um novo gabinete e a Irmandade Muçulmana, que apoiava Mursi, se recusa a integrar o novo governo.

Além da crise política, o Egito também está à beira de uma crise alimentar. A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) afirma que a instabilidade política provocou uma queda importante das divisas estrangeiras necessárias para a importação de produtos de primeira necessidade. Em consequência disso, o país já está enfrentando problemas de abastecimento de comida e de combustíveis.

A violência também não dá trégua. Ontem à noite, um policial egípcio foi morto em um ataque com granadas contra um posto policial na península do Sinai.

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