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EUA/Economia

Banco Mundial alerta: calote dos EUA pode ser um desastre para países emergentes

O presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, adverte os EUA para as consequências globais de um calote.
O presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, adverte os EUA para as consequências globais de um calote. Reuters/Jonathan Ernst

O presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, enviou um recado severo para os democratas e republicanos norte-americanos. As partes devem se entender sobre o aumento do teto da dívida pública para evitar as consequências catastróficas que um calote poderia causar para a economia global. Kim também prevê que a situação seria desastrosa para os países emergentes.  

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A poucos dias de "um momento muito perigoso" - na próxima quinta-feira vence o prazo para o aumento do teto da dívida - o presidente do Banco Mundial advertiu: “Se a data limite for ultrapassada, isto poderá ter consequências desastrosas para os países emergentes, mas também acabará danificando enormemente as próprias economias desenvolvidas”.

Alta das taxas de juros, desaceleração do crescimento e queda da confiança são algumas das consequências causadas pela inércia e que poderiam afetar severamente as economias em desenvolvimento, alega o presidente do BM.

No décimo-terceiro dia da paralisação parcial do governo federal, democratas e republicanos não chegaram a um consenso sobre a extensão do teto da dívida.

Shutdown

Desde que os republicanos, maioria na Câmara dos Representantes, se recusaram a votar o orçamento para o ano de 2014 com início legal em 1° de outubro, o governo ficou paralisado e milhares de funcionários públicos, museus, parques e outras instituições estão parados. A maioria republicana no Senado vem lutando para convencer os adversários políticos a desbloquear o impasse.

Os republicanos exigem o adiamento do financiamento da reforma da Saúde, conhecida como Obamacare, que foi aprovada em 2012 e deveria entrar em vigor neste ano.

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