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Tailândia/Crise

Exército é convocado para garantir eleições antecipadas na Tailândia

Policiais tailandeses inspecionam nesta sexta-feira, 27 de dezembro de 2013, o local do enfrentamento entre manifestantes anti-governo e a polícia  no centro de Bangcoc.
Policiais tailandeses inspecionam nesta sexta-feira, 27 de dezembro de 2013, o local do enfrentamento entre manifestantes anti-governo e a polícia no centro de Bangcoc. REUTERS/Athit Perawongmetha

O governo tailandês anunciou nesta sexta-feira que ele vai usar o exército para fazer a segurança durante as eleições legislativas antecipadas para o dia 2 de fevereiro e boicotada pela oposição.

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O pedido da Comissão Eleitoral para adiar a eleição foi negado nesta quinta-feira pelo governo. Na mesma data, duas pessoas foram mortas e 150 foram feridos em confrontos com manifestantes, que tentavam entrar no ginásio, na capital Bancoc, onde acontece a inscrição dos candidatos para o pleito.

Os conservadores do Partido Democrata, principal força da oposição, se opõem a consulta eleitoral que daria provavelmente a vitória dos populistas do partido Pheu Thai, da primeira-ministra tailandesa, Yingluck Shinawatra, e tentam impedir a oficialização das candidaturas.

Shinawatra está em um impasse diante das mobilizações no país que não perdem força e chegam a reunir 150 mil pessoas por dia. Há semanas, os manifestantes pedem sua saída e a acusam de ser apenas uma marionete de sue irmão, Thaksin Shinawatra, ex-primeiro-ministro tailandês, que vive exilado depois de ter sofrido um golpe de Estado em 2006.

Até o momento, o exército esteve neutro durante a crise política que atinge o país e se propôs mesmo a atuar como um mediador. Os manifestantes querem instaurar um Conselho popular não eleito e acusam o atual governo de distorcer a democracia.
 

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